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Quais os tipos de financiamento para comprar um apartamento?
Ainda não entendeu quais os principais tipos de financiamento e nem como funcionam? Preparamos um breve guia para te explicar tudo. Confira!
Ah, o sonho da casa própria! Quem não sonha em ter um cantinho para chamar de seu, não é mesmo?
Mas, para tornar esse sonho realidade, é preciso entender os tipos de financiamento disponíveis.
Afinal, comprar um imóvel é um grande investimento e, muitas vezes, requer um planejamento financeiro cuidadoso.
Vamos lá? Preparamos um guia simplificado, mas completo, com tudo que você precisa saber sobre o tema.
O que é um financiamento imobiliário?
O financiamento imobiliário é uma modalidade de crédito oferecida por bancos e instituições financeiras para a compra de imóveis.
Basicamente, a instituição empresta o dinheiro para a compra do imóvel e o comprador se compromete a pagar esse valor de volta, com juros, em um determinado período de tempo.
O que é taxa de juros e correção monetária?
A taxa de juros é o custo do dinheiro emprestado. É uma porcentagem do valor total do empréstimo que é cobrada pela instituição financeira para emprestar o dinheiro.
A correção monetária, por outro lado, é um ajuste feito no valor do dinheiro emprestado para compensar a perda de valor da moeda com o passar do tempo, devido à inflação.
Ambos os fatores influenciam no valor final das parcelas do financiamento. Portanto, é muito importante entender como eles funcionam para fazer a melhor escolha na hora de financiar um imóvel.
Os principais tipos de financiamento imobiliário
Agora, vamos falar sobre os principais tipos de financiamento imobiliário disponíveis no Brasil? Entender cada um é fundamental para fazer a melhor escolha na hora de financiar o seu apartamento.
Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
O primeiro da nossa lista é o Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Esse é um programa regulamentado pelo Governo Federal que permite financiar até 80% do valor total de um imóvel, contanto que ele não seja mais caro que R$1,5 milhão.
Legal, né? E não para por aí, o SFH pode ser usado tanto para comprar um imóvel quanto para reformar ou construir.
Mas atenção!
O valor mensal das parcelas de um contrato pelo SFH não pode comprometer mais do que 30% da sua renda bruta. E, ah, apenas pessoas físicas podem aderir.
Para facilitar a vida, o SFH permite que a negociação seja feita diretamente entre você e sua instituição financeira.
E as fontes de recursos mais utilizadas são o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e a Caderneta de Poupança.
Para aderir ao SFH, você precisa:
- Ser brasileiro, naturalizado ou ter visto permanente para estar no Brasil;
- Não ter restrições em cadastros como Serasa, SPC, BACEN e Receita Federal;
- Ter renda suficiente para pagar a prestação mensal;
- Ter mais de 18 anos ou ser emancipado após os 16.
Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)
O próximo na lista é o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).
Este é um outro tipo de financiamento criado pelo Governo Federal, mas com uma pegada mais livre e flexível entre cliente e banco.
Não há um valor máximo para o imóvel e nem limite de renda comprometida, o que pode fazer com que os juros sejam um pouquinho mais altos e voláteis, variando entre 12% e 16% ao ano.
Nessa modalidade, é possível financiar até 90% do valor total do imóvel, e o prazo de quitação pode ser de até 35 anos.
E, diferente do SFH, tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem utilizar.
Ah, e desde agosto de 2021, o SFI também permite o uso do saldo do FGTS para quitar prestações da casa própria.
Para isso, é preciso:
- Utilizar o saldo do FGTS apenas para amortizar parcelas do primeiro imóvel;
- O valor do imóvel não pode ultrapassar R$1,5 milhão;
- Sua conta do FGTS deve ter mais de três anos;
- Optar pela redução do saldo devedor ou abater até 80% das prestações em 12 meses, prorrogáveis ao final de cada período.
Tudo entendido até aqui? Cada tipo de financiamento tem suas vantagens e pré-requisitos. Agora que você já conhece o SFH e o SFI, na próxima parte vamos falar sobre o Minha Casa Minha Vida e o financiamento direto com a construtora.
Minha Casa, Minha Vida
O Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é, sem dúvida, a principal e mais popular modalidade de financiamento imobiliário no Brasil, e é nela que a Smart mais aposta.
Recentemente, ele retomou o seu nome e princípios originais, substituindo o programa Casa Verde e Amarela, que havia sido implementado em 2020.
As mudanças do novo Minha Casa, Minha Vida incluem uma reestruturação completa do programa, com a revitalização de suas diretrizes e objetivos.
O limite da primeira faixa de renda familiar bruta aumentou de R$1.800 para R$2.640, o que permite que mais famílias se qualifiquem para os benefícios.
Além disso, o governo planeja subsidiar até 95% dos preços dos imóveis destinados às famílias da primeira faixa de renda.
O programa agora também inclui pessoas em situação de rua como possíveis beneficiários e prioriza as mulheres, permitindo que os contratos e registros de moradias sejam feitos preferencialmente em nome da mulher, sem necessidade de autorização do marido.
Para participar do Minha Casa, Minha Vida, as famílias devem ter uma renda bruta mensal de até R$8 mil em áreas urbanas ou uma renda bruta anual de até R$96 mil em áreas rurais. A renda é dividida da seguinte forma:
Áreas Urbanas
- Faixa Urbano 1: renda bruta mensal até R$2.640;
- Faixa Urbano 2: renda bruta mensal de R$2.640,01 a R$4,4 mil;
- Faixa Urbano 3: renda bruta mensal de R$4.400,01 a R$8 mil.
Áreas Rurais
- Faixa Rural 1: renda bruta anual até R$31.680;
- Faixa Rural 2: renda bruta anual de R$31.680,01 até R$52,8 mil;
- Faixa Rural 3: renda bruta anual de R$52.800,01 até R$96 mil.
É importante ressaltar que nas novas regras, o valor dessas faixas de renda não considera benefícios temporários, assistenciais ou previdenciários.
Financiamento Direto com a Construtora
Por fim, há a opção do financiamento direto com a construtora.
Este é um método no qual a construtora oferece o financiamento do imóvel diretamente para o comprador, sem a necessidade de envolver um banco ou outra instituição financeira no processo.
As condições de pagamento, como juros, prazo e valor das parcelas, são negociadas diretamente entre a construtora e o comprador.
É uma alternativa que pode oferecer mais flexibilidade em termos de negociação e pode ser uma boa alternativa para quem não se encaixa nos requisitos dos bancos ou prefere evitar a burocracia envolvida no processo de obtenção de um financiamento bancário.
Conclusão
E aí, já sabe qual escolher?
Entender qual a melhor opção de financiamento imobiliário é uma decisão importante e deve ser feita com cuidado e consideração.
O SFH, SFI, Minha Casa Minha Vida e o financiamento direto com a construtora são as principais opções disponíveis, cada uma com suas vantagens e requisitos.
Nós, da Smart Construtora, estamos aqui para ajudá-lo a entender todas as suas opções e escolher a que melhor atende às suas necessidades e capacidades.
Juntos, podemos tornar o sonho de possuir sua própria casa uma realidade.
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